13 janvier 2013

Tô por aí - Paulo César Pinheiro

Tô por aí  (Eduardo Gudin - Paulo César Pinheiro)Tõ sempre por ai,vendo que tudo está fora de lugarcom malandro a fim de bulir no meu gantois.E é por isto queeu tô sempre por aí,vendo a mentira que hátendo que cruzarcom malandro a fim de me engulir,sem me garantir no seu patuá.E é por isto que não dá,é melhor lutar do que fugir,tem é que parar com isto que tá aimesmo que você achando que não dá,vá querer desistirsó não me deixa o malandro insistir,não deixa a peteca cairque eu tô sempre por ai. Eduardo Gudin,Márcia et Paulo... [Lire la suite]
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26 décembre 2012

Olha quem chega - Eduardo Gudin

Olha quem chega  (Eduardo Gudin - Paulo César Pinheiro)Olha quem chega,que grata surpresa!Aceite a minha mesa, a minha cama, o meu amore seja aceito você que abandonou.Entra que é tardee fica a vontade,meu samba de saudades veio dar as boas vindas,perguntar pelas novidades.Guarda os seus panos aquie os desenganos em qualquer lugar,O perdão que você vai pedir,não peça não que ele está onde eu sempre estou.Poeta não sabe guardar desamor!Poeta não sabe guardar desamor!Olha quem chega... Eduardo Gudin et Paulo César Pinheiro ... [Lire la suite]
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16 décembre 2012

Além do espelho - João Nogueira

Além do espelho  (João Nogueira - Paulo César Pinheiro)Quando eu olho o meu olho além do espelho,tem alguém que me olha e não sou,vive dentro do meu olho vermelho,é o olhar do meu pai que já morreu.O meu olho parece um aparelhode quem sempre me olhou, protegeu,assim como meu olho dá conselhoquando eu olho no olhar de um filho meu.A vida é mesmo uma missão,a morte é uma ilusão,só sabe quem viveupois quando espelho é bom,ninguém jamais morreu.Sempre que um filho meu me dá um beijo,sei que o amor do meu pai não se perdeu,só de olhar... [Lire la suite]
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13 décembre 2012

Veneno - Eduardo Gudin

Veneno  (Eduardo Gudin - Paulo César Pinheiro)Mas o que me faz chorar,é esse fel que você vive a destilar,é essa a paga cruel que você me dá.Só o melhor meu coração te ofereceu,você cuspiu no prato que comeue o mal que isso me faz,não esperava isso de você jamais.Eu não sabia que você podia ser capazde alguém pedir a mão e receber,depois vingar em vez de devolver.Dei o manto pra quem vai me desnudare em meu canto abriguei quem vai me expulsar.Eu te dei de beber,no mesmo copo você vai me envenenar. Eduardo dos Santos Gudin... [Lire la suite]
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09 décembre 2012

A velhice da porta-bandeira - Paulo César Pinheiro

A velhice da porta-bandeira  (Eduardo Gudin - Paulo César Pinheiro)Ela renunciou,a Mangueira saiu,ela ficou.Era porta-bandeiradesde a primeira vez,por que terá sido isso que ela fez?Não, ninguém saberá,ela se demitiu,outra virá,ninguém a viu chorando,coisa tão singular,quando a bandeira tremeu no ar.Ô... quando toda avenida sambou,o seu mundo desmoronou.Ela se emocionou,perto dela ela ouviu,alguém gritou:"Viva a porta-bandeira","Sou eu", ela pensoumas foi a outra quem se curvou!Ô... quando toda avenida sambouO seu mundo... [Lire la suite]
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22 novembre 2012

Reserva de domínio - Mauro Duarte

Reserva de domínio  (Mauro Duarte - Paulo César Pinheiro)Um coração tão machucado como o meunão tem mais forças pra agüentar uma outra dor,já está cansado de aventuras,foram tantas amarguras,tá difícil de encarar um novo amor.Mas sei que muitas insistências vão surgircom a carência que hoje existe por aí,pois a alma aflita pelo tédiomediante tanto assédiose também se descuidar vai sucumbir.Mas tem que suportar,sem se preocupar,com as palavras atiradas pelo chão,com as promessas perturbando o coração.São juras e mais juras... [Lire la suite]
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15 novembre 2012

Ralador - Roque Ferreira

Ralador  (Paulo César Pinheiro - Roque Ferreira)Pra dor de amor, eu não faço sala,amor me deixa, outro amor me embala.Eu sou um coco que seu ralador não rala.A tristeza quando chega,se deixar, ela se instala,se ela vê peito vazio,quer fazer festa de gala, ê,mas comigo não tem jeito,ela nem desfaz a malaque um amor quando me deixa, sinhô,tem outro em ponto de bala.A tristeza a gente sentequando o seu chicote estala;se ela vê sinal de pranto,lambe o beiço e se regalamas meu peito não se curvaà bota, tacão, bengalaMeu amor que é de... [Lire la suite]
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06 novembre 2012

Partido rico - João Nogueira

Partido rico (João Nogueira - Paulo César Pinheiro) Na Lagoa tem,Um peixe dourado, meu bemA lagoa tem,O fundo encantado.Eu vou morar na Lagoano apê do Sérgio Dourado,Rua Epitácio Pessoa,em frente ao parque e ao pradoe eu vou viver à toatomando meu chope geladosó eu e a minha patroae meu garoto levado.Na Lagoa tem,Um peixe dourado, meu bemA lagoa tem,O fundo encantado.Quem mora ao pé da Lagoatem sempre o amor do lado,lá só mora gente boaem casa de avarandado,de noite a viola soatocando um samba inspirado:É o Chico Buarque que entoae,... [Lire la suite]
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01 novembre 2012

Sucupira - Roque Ferreira

Sucupira  (Paulo César Pinheiro - Roque Ferreira)Minha viola é de sucupiraQuem me deu foi um negro de AngolaQuando eu toco Idalina suspiraE com as mãos nas cadeiras rebolaIdalina, lá vai violaIdalina, lá vai violaQuem não toca cai no sambaQuem não samba cantarolaTem malandro na campanaTem morena dando bolaMas tem mão que é de aliançaNão mexe senão enrolaIdalina, lá vai violaIdalina, lá vai violaSe eu fosse o seu amorSe eu fosse quem você adoraNão deixava você irNão deixava você irNão deixava você ir emboraSe você fosse o meu... [Lire la suite]
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24 octobre 2012

Samba da ilusão - Paulo César Pinheiro

Samba da ilusão   (Paulo César Pinheiro)Ilusão,eu sempre fui cativa da paixão,por isso é que ,hoje,vivo em solidão.Ilusão,já nem sei meu caminho.Ilusão,depois de tão cruel separação,eu me fechei dentro do coração,Ilusão,e fiquei sem carinho.Já que eu nunca fui um companheiro da ilusão,eu não merecia estar sozinhomas é sempre assim com o grande amor,quem não souber colher a flor,vai se dilacerar no espinho. Paulo César Francisco Pinheiro est né le 28 avril 1949 à Rio de Janeiro.Ecrivain,poête,auteur,compositeur et... [Lire la suite]
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